Foto Internet
A busca pelas crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, entrou em uma fase crítica e ainda mais metódica nesta quarta-feira (14). Completando 11 dias de desaparecimento na região da comunidade São Sebastião dos Pretos, a operação agora utiliza divisão por quadrantes e geolocalização para cobrir uma área de 54 km².
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Para garantir que nenhum centímetro de mata fechada seja esquecido, o Corpo de Bombeiros dividiu o terreno em 45 quadrantes. Cada equipe é responsável por um setor específico, utilizando um aplicativo de geolocalização que mapeia as rotas em tempo real.
De acordo com o tenente-coronel José Barbosa Fonseca Neto, a tecnologia evita o retrabalho e garante a segurança dos próprios agentes:
“Cada ponto já está demarcado, permitindo que a equipe inicie a varredura de forma paralela e coordenada. O sistema nos permite localizar qualquer voluntário ou agente que se afaste do grupo”, explicou o comandante.
A operação conta com um contingente de 400 profissionais, unindo esforços do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal e ICMBio.
Além dos agentes oficiais, a solidariedade move a região: moradores e vaqueiros viajam horas para se voluntariar. Para manter a organização, todos os civis são cadastrados e utilizam pulseiras de identificação, garantindo que ninguém se perca durante as buscas na vegetação densa.
Apesar de mais de 60% da área já ter sido vistoriada, as equipes ainda não encontraram vestígios recentes das crianças nesta nova etapa. O terreno complexo, com mata fechada e desníveis, é o principal obstáculo, mas o trabalho segue de forma ininterrupta e esperançosa.
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